E trabalhar, não?


Depois dos planos de negócio com o F. não terem ido para a frente, esta foi a única hipótese que tive de trabalho. Seria uma coisa interessante, diferente, um desafio como eu gosto. 

Mas disse que não. Vamos lá aturar o herdeiro mais uns tempos para depois voltar ao ativo!

Tirar o pau de trás da porta

Passaram mais de 2 meses desde a última vez que escrevi. E a vida deu mais voltas do que sei lá o quê!

No início de agosto a minha relação com o R. estava por um fio. Muito fininho, quasiquasi teia de aranha. Não nos falávamos quase, não conseguíamos atinar com nada. Depois fomos até a aldeia passar 2 semanas e tudo mudou. Viemos de lá mais calmos, mais tolerantes, e agora estamos bem (apesar das pequenas brigas que vão sempre acontecendo).

No início deste mês conseguimos, finalmente, sair do buraco onde estávamos a viver. Estamos agora na casa que queria desde o ano passado (é que tínhamos perdido o concurso), num 6o andar, com muita luz, muito espaço, sem grades nas janelas, com uma cozinha onde não tenho de pedir licença ao pé direito para mexer o esquerdo. Sinto-me, pela primeira vez, em casa.

A mummy foi operada esta semana. Teve de tirar o útero e subir bexiga e cólon, estava tudo a cair por ali abaixo. Em princípio amanhã irá para a aldeia para descansar a vontade que bem precisa (e merece).

Terça (dia 18) foi também dia de fazer mais uma tatoo. A concha que homenageia o capitão herdeiro, as 2 estrelas que faltavam pois a cria fez anos segunda (e o ano passado não pude fazer por causa da gravidez).

Tenho mesmo de escrever mais regularmente, tinha tanto para dizer sobre cada um destes assuntos e fica aqui tudo assim ao deus-dará, parece que nem têm importância nenhuma…