Balanço 

A M. partilhou no facebook a seguinte imagem:

  
E se, em anos anteriores, me seria muito difícil escolher só uma, em 2015 tornou-se fácil. 

Gravidez

Com tudo de bom e de mau que isso traz, esta é mesmo a palavra do ano. A cerca de 7 semanas do fim (isto não vai às 40, mas vamos supor que sim), estou naquele ponto em que já não aguento nada. 

Doem-me as costas, as pernas, o estômago. Tenho azia 24 horas por dia, o herdeiro não para quieto e descansar tem sido pouco. Já devia ter feito a mala da “maternidade”. Já devia estar há 4 semanas nas aulas de preparação para o parto.

Não dá para me anestesiarem e acordarem-me no momento imediatamente a seguir ao nascimento???

Que venha 2016! 

Natal 2015

  
Tentação do demo…

  

Ainda pior!!!

  

Acho que foi o melhor bolo rei que já comi

  

O melhor do natal é isto!

  

Parecia sumo, dizem! (Apesar dos 15 graus)

13 de dezembro de 2015

Hoje será a primeira noite na nossa casa. Estou há 12 horas a desencaixotar coisas e por isso não consigo escrever mais.

Fica o marco.

Os ‘R’s

Em fase de mudanças há muita tralha a rever. Milhares de “coisinhas” nas quais não pego há anos e que não voltarei a pegar. Pulseiras, colares, anéis, fitas do cabelo, carteiras, calçado. E tantas, tantas outras coisas. 

Separo o que está bom. Dará jeito a muita gente ou se calhar até não, mas oferece-se.

Separo o que pura e simplesmente não presta. Deito num saco preto para deitar ao lixo. 3 horas depois vejo as coisas numa estante cá em casa…….. 

Ânimo 

Confesso que não estou a grávida mais entusiasmada do mundo. Aliás, estou tão longe disso como o zbordeng ganhar a liga dos campeões esta época. Mas não tem sido fácil gerir as emoções (minhas e dos outros), as hormonas (minhas e do herdeiro),as constantes provações a que tenho sido sujeita.

A mudança de casa deveria ser uma coisa boa. Um episódio feliz na vida a 5. Em vez disso, está a tornar-se um verdadeiro pesadelo, no qual só eu (e o canídeo que me segue até ao inferno) faço alguma coisa por isso. Com 7 meses de herdeiro na barriga mas com ar de quem tem 3 ou 4 lá dentro, sou eu quem trata das limpezas, das mudanças, da mudança de fechadura, das entregas de máquinas, de tudo. Principalmente, tenho de ser eu a manter o espírito desta família, que parece não querer arrancar. Estou desanimada, triste, com vontade de lhes gritar “tratem das vossas merdas que eu fico a incubar aqui a um canto!”.

Tudo são contrariedades. Tudo são desvantagens. Tudo é negro e sem luz ao fundo do túnel. Então, se assim é, para quê tentar sequer?!? 

Merda para os vossos pessimismos e para as vossas depressões. Levantem-se e lutem por ser felizes e por me fazerem feliz a mim! 

Senão o que vai acabar por acontecer é que eu desisto também. E aí nada nos safa…

Mudar a vida

Ao primeiro de dezembro de 2015 começo a encaixotar meia vida. Até dia 15 estaremos a viver no novo ninho que, não sendo perfeito, tem condições para a família de 5 que se aproxima.

Como o cafofo não é grande, só poderei levar meias coisas… Escolher bem os livros que quero que me acompanhem, as fotos, os quadros, as ninharias. 

Não queremos “tralha” na nova casa mas não posso, por exemplo, separar-me do rádio a válvulas onde o meu pai ouvia os relatos do FCP quando era gaiato. Mesmo que ele não funcione! 

Preparar a cria para o caos que se avizinha nas próximas 2 semanas será o pior de tudo. Ela não quer mudar e por isso vai adiando. Mas hoje terá de começar a escolher o que vai e o que fica. Com a gigantesca vantagem que a casa da avó vai dar sempre para guardar metade das nossas coisas… 😊