Clássico…

Mais um dedicado à minha querida Íssima… 😀

Holiday

Don’t you just love them???

Sunscreen

Wear sunscreen é gíria para um trabalho de nome Advice, like youth, probably just wasted on the young, publicado em 1997 no Chicago Tribune, escrito por Mary Schmich.
Deu, mais tarde, o mote para uma das “músicas” mais bonitas de sempre, e um dos telediscos mais fantásticos também.

Sei também que todos vocês já a conhecem. Sei também que é um dos telediscos mais “mostrados” em blogues pelo mundo fora.

Mas a maneira como isto me arrepia e me deixa um sorriso na cara, obriga-me a colocá-lo aqui.

Este vai dedicado à minha Íssima. Porque espero que ela fique com o mesmo sorriso que eu fico quando ouço isto.

Foda-se…

LOS ANGELES (Reuters) – Oscar-winning soul singer Isaac Hayes who, along with Al Green, James Brown and Stevie Wonder, was one of the dominant black artists in the early 1970s, died in Memphis on Sunday, his friend and former manager, Onzie Horne, said. Hayes was 65.

Horne told Reuters that he had spoken to Hayes’ wife, who confirmed that Hayes was found unconscious at his home, and rushed to a local hospital where he was pronounced dead.

Hayes, a Rock and Roll Hall of Fame inductee, would have turned 66 on August 20.

The deep-voiced performer reached his commercial peak in 1972 when he won an Academy Award for his No. 1 hit “Theme from ‘Shaft,'” an irresistibly urgent mix of wah-wah guitars and hi-hat cymbals spiced by the famous line, “They say this cat Shaft is a bad mother-/Shut your mouth!”

Long before he became a soul singer, Hayes was a hitmaker at Memphis soul label Stax Records. He collaborated with lyricist David Porter to write and produce songs for the combustible soul duo Sam and Dave, including “Soul Man” and “Hold On! I’m A Comin’.”

With his shaved head, dark shades, extravagant clothing and plentiful jewelry, Hayes was groomed as a star in his own right by Stax executives. He released his debut album, the poor-selling “Presenting Isaac Hayes,” in 1968. He broke through the following year with “Hot Buttered Soul,” which contained just four songs but sold over a million copies.

His work on director Gordon Parks’ urban crime drama “Shaft,” a project he had hoped to star in, was the first of many forays into movie soundtracks. He got in front of the camera for the 1974 cult classic “Truck Turner” and had kept busy with film work ever since, recently appearing in the hip-hop drama “Hustle & Flow.”

In his later years, Hayes reached a new audience by supplying the voice for Chef, the libidinous sage on the cartoon series “South Park.” But he left the show a few years ago because he disagreed with its attacks on Scientology, the religious movement to which he belonged.

(Reporting by Dean Goodman; Editing by Chris Wilson)
in reuters

Mas quê? Vão começar a morrer todos os pretos de quem gosto???

Stevie, espero bem que não te dê já o badagaio…

Isaac, RIP!

Ciumeira

Meu deus, o que eu me ri com esta sequência de fotos… 😀

Primeiro ele espreita:

Depois ela fica fodida:

Ele tenta explicar e tal…

Mas não vale mesmo a pena!

O Magalhães

Já ouviram falar do Magalhães?
O primeiro computador portátil português? O projecto português desenvolvido em Portugal por portugueses?
Esqueçam isso tudo. O suposto Magalhães existe desde 2006. Concebido pela Intel, tem o nome de “Anoa” na Indonésia, “Mileap-X” na Índia, “mobo Kids” no Brasil, etc, etc, etc.

Ou seja, o JP Sá Couto agradece toda a publicidade. Mas acreditem, esta é da enganosa…

Música brasileira

Desde pequena que me habituei a ouvir muita música brasileira. Tenho uma quantidade razoável de primos e primas de lá que mandavam ao meu pai, primeiro em vinil e depois em CD, os álbuns que eles mais gostavam.
Deixei de a ouvi quando comecei a ser, em Portugal, bombardeada pela MPB (Música Popular Brasileira) que é capaz de tirar a qualquer um o gosto por aquilo.

Fui depois, ao longo dos tempos, fazendo as pazes. Muito devagarinho…
A Rita Lee e a Marisa Monte, principalmente, levaram-me de novo à infância onde comecei a recordar João Gilberto, Tom Jobim, Caetano Veloso (o do início, não o que canta o “Sozinho” frente a uma legião de tugas histéricas), etc.

Há 2 anos redescobri uma das músicas mais bonitas de sempre.
Chega de Saudade é um hino ao amor. Mas um daqueles hinos intemporais que nenhuma MPB me fará esquecer. E encontrei uma versão tão linda, tão linda, que quase me traz as lágrimas aos olhos. A música é do Tom Jobim e de Vinícius de Moraes, e é interpretada por quase tudo o que mexe e é brasileiro. Mas a sua interpretação mais famosa é a de João Gilberto.
Eu como sou rebuscada, trago não só o João, mas também a filha, Bebel, famosa por ter cantado com quase tudo o que mexe e é DJ.

Mostrei esta música há tempos à minha lufada de ar fresco, a R., quando, por mail, ela me dizia que gostava de música brasileira.
Ela respondeu-me à letra. E mostrou-me uma Marisa que eu não conhecia e passei a adorar.

E isto, meus amigos, é música brasileira… 🙂